JOÃO PESSOA: Corpos de casal encontrado morto dentro de casa são liberados pelo IML
O Instituto de Medicina Legal (IML) liberou, nesta quinta-feira (8), os corpos do casal encontrado morto dentro de uma residência no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. As vítimas foram identificadas como Joeverton Fagner dos Santos, de 26 anos, e Ester Fagundes de Almeida, de 27 anos.
Os corpos foram encontrados na manhã de quarta-feira (7) pela mãe da jovem, segunda informações da TV Cabo Branco.
De acordo com o perito Aldenir Lins, a análise inicial do local não acordou sinais de entrada de uma terceira pessoa na residência. A principal hipótese considerada pela perícia é que o homem tenha atacado a companheira e, em seguida, tirado a própria vida.
Perícia encontrou sinais de luta corporal
Durante uma análise do quarto onde o casal foi encontrado, os peritos identificaram marcas de sangue e sinais de uma luta corporal intensa. A porta estava fechada e a janela possuía grades na parte externa.
Segundo a perícia, Ester apresentou 26 ferimentos provocados por arma branca, sendo seis na parte da frente do corpo e 20 nas costas. Também foram identificadas lesões nas mãos e em um dos braços, abaixo que o jovem teria tentado se defender.
A avaliação inicial aponta que a mulher pode ter tentado escapar, mas acabou sendo dominada durante uma agressão.
Homem com lesões no tórax e no pescoço
Joeverton relatou cinco lesões na região do tórax, além de lesões no pescoço. Segundo o perito, um dos ferimentos pode ter atingido a veia jugular, provocando uma hemorragia intensa que poderia ter causado a morte.
A perícia ainda não conseguiu determinar se os ferimentos no tórax do homem foram provocados pela mulher durante uma tentativa de defesa.
Já as lesões no pescoço, conforme a análise inicial, podem ter sido provocadas pelo próprio homem.
O perito explicou que a intensidade da perda de sangue causada pelos ferimentos no pescoço poderia ter impedido que ele continuasse a agressão, caso essas lesões ocorreram antes dos últimos golpes contra a mulher.
As estatísticas das mortes continuam sendo apuradas pelas autoridades.
Redação BANFM










