Ramuth é favorito para vice de Tarcísio, e Kassab está ‘no fim da fila

Ramuth é favorito para vice de Tarcísio, e Kassab está ‘no fim da fila

Apesar da disputa pela vaga de vice na chapa que será encabeçada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), continuar, internamente, o que se ouve no Palácio dos Bandeirantes é que “em time que está ganhando, não se mexe”. Como já antecipado, o atual vice, Felício Ramuth (PSD), é o preferido do governador, que não pretende ceder às pressões de outros partidos.

À coluna, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, garantiu que trabalharia pelo posto. O nome seria o de André do Prado (PL), presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Apesar de ser muito elogiado por Tarcísio internamente, como alguém que “joga junto” e que “estará sempre no time”, o entendimento de pessoas próximas é que o partido de Bolsonaro já será contemplado de maneira suficiente pela chapa nacional.

Além disso, a avaliação no Palácio dos Bandeirantes é que Tarcísio reúne capital político suficiente para fazer as escolhas de sua preferência. Ramuth é visto como alguém leal, discreto e com discurso alinhado com o governador.

Quem também está na fila é o presidente do PSD, Gilberto Kassab. Mas, também como já apontado pela reportagem, o lugar dele no ranking não é bom. Após desentendimentos e desencontros públicos, em que Kassab chegou a dizer que Tarcísio era submisso à Bolsonaro, a relação mais do que esfriou. Ha quem garanta que a chance de Kassab ganhar essa disputa “é menos que zero”.

Auxiliares de Tarcísio levantam a possibilidade de Ramuth sair do PSD para que a direita consiga compor a chapa da melhor forma. Não há nada certo – até porque a legenda de Kassab possui o maior número de prefeitos do Estado, duas vezes maior do que o PL, inclusive. Mas a possibilidade existe. Quando questionado pela coluna, o vice-governador afirmou que não pretende trocar de partido, mas também não descarta a possibilidade a depender do cenário. A preferência – por enquanto – é o PSD.

Por Jovem Pan

Redação BANFM